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31 de dez. de 2012

KILLSWITCH ENGAGE


Falar do KILLSWITCH ENGAGE é realmente um orgulho pra mim, é uma das minhas bandas favoritas, esses norte-americanos fazem parte de uma nova geração de grupos como SHADOWS FALL, LAMB OF GOD, ALL THAT REMAINS, AS l LAY DYING, UNEARTH... Que fazem uma fusão de derivados do Metal (Deam/Thrasri/Heavy) com pitadas de Hard-Core e isso está sendo chamado de "Newwave Of American Heavy Metal" (N.W.O.A.H.M.) e o KsE é um dos grandes responsáveis dessa cena.

A seguir veremos um breve relato da história da banda:

Foi formado no verão de 1999 por Mike D'Antonio (baixo), Jesse David Leach (vocal), Adam Dutidewigz (bateria) e Joel Stroetzel (guitarra). A ideia do nome da banda veio de Mike -"Eu estava assistindo um capítulo particular de Arquívo-X e eu ouvi a palavra KILLSWITCH ("Botão da morte")...eu escrevi e pensei calmamente que poderia ser o nome de nossa banda". A ideia por traz do nome se completa com o sentido de um botão no qual você apertasse e fosse todos os seus problemas pelos ares, assim completando KILLSWITCH ENGAGE ("Acione o botão da morte").

Em 2000 lançam o primeiro registro auto intitulado pela Ferret Records que contém 8 músicas com uma pegada mais de Death-Metail e referencias de HxC e com poucas melodias. Depois de excursionarem por um tempo, a boa divulgação chamou a atenção da grande Roadrunner Records, que em seguida já assina contrato com a banda e nesse meio tempo Tom Gomes é adicionado na bateria no lugar de Adam, que vai pra guitarra, e pra quem não sabe.. Adam é uma máquina musical! Toca guitarra, bateria, canta e é produtor. Já produziu vários cd's para um monte de bandas (entre elas muitas cristãs): UNEARTH, AUGUST BURNS RED, UNDEROATH, AS l LAY DYING, etc. Em 2002, sai "Alive or just breathing" segundo cd da banda, que é magnifico!!! É um dos melhores álbuns do séc. XXI, que tem "uma mistura de elementos do Metat (Thrash/Death-Metal) com umas pitadas de Hard-Core e melodias que cravam em sua cabeça, canções como "My Last Serenade"; "Fixation On The DarKness" e "Life To Lifeless" abriram as portas da banda para o mundo inteiro. Após alguns meses de turnê, Jesse manda um e-mail para banda e declara sua saída (mais detalhes na folha ao lado). Por causa da distância de sua mulher, Jesse não conseguia cantar e isso afetava seu interior, assim em 'Junho de 2003 deixa a banda no meio da turnê que já tinha varias datas marcadas... Uma barreira difícil para o grupo superar, onde eles achariam outro vocalista com o mesmo calibre de Jesse? Howard Jones é o nome dele?!

Depois de uma conversa por telefone, Howard (que é vocal de uma banda chamada Blood Has Been Shed, ensaia com a banda e mostra já em seu primeiro show (no festival HelIFest), que veio pra ficar! O publico foi a loucura e o vocal foi aprovado. 2004 sai o primeiro álbum com Howard nos vocais e o terceiro do grupo “The End Of Herteache", Tom Gomes sai antes desse álbum e Justin Foley (também do Blood Has Been Shed) entra para substituí-lo na bateria e assim se firma e completa o line-up. Este álbum cravou de vez o KsE com as musicas ''Roses of Sharyn" e "The End Of Herteache" (trilha do filme RESIDENT EVIL-2), e nem precisa dizer que o Howard encaixou perfeitamente né? Os guturais nervosos e as melodias limpas com músicas rápidas e cheia de 'breakdowns' se tornou a marca registrada do KsE. E tome mais turnês...

Chegamos em 2005, onde sai o dvd "World Ablaze" que conta toda trajetória do grupo e contém todos os clipes e um monstruoso show ao vivo!! A gravação desse show está perfeita, o áudio está limpinho, uma superprodução!! Mais turnês e blá, blá, blá... Em outubro de 2006 sai quarto álbum "As DayLight Dies", onde não mudou muita coisa na sonoridade e caráter do KsE, que continua com a agressividade e melodias alternadas. "My Curse" e depois "Arm Of Sorrow". Rolou um tempo depois, um cover da banda DIO, "Holy Diver" que ficou muito bom.

Você deve estar se perguntando O/porquê dessa matéria do KsE estar em um fanzine cristão (cristão? - É meu chapa!!!) como esse zine foi feito para mostrar uma mensagem positiva através dos testemunhos das bandas, já adianto que o KsE não é uma banda cristã, mas há um Integrante em especial que deixou sua marca e sei que vai ser uma grande surpresa para muitos saber disso, estou falando de...

Continua...


POR : WILLIAM BUSA
Para o Fanzine Sagrado Brutal Core #4 - Janeiro de 2008, página 14
https://www.facebook.com/william.busa



+ COnhEÇa + O Fanzine SBCore #4 - CLIQUE AQUI!



25 de abr. de 2012

1 ANO DE FANZINADA e o Coletivo de Missões em Fanzines estaremos nesta festa.rs


 http://www.fanzinada.com.br/



"Assim, não deixe de comparecer no dia 28 de abril, quando a Fanzinada completará um ano de atividades, antecipando o dia 29 de abril, quando mundialmente se realiza o Dia Internacional zineiro.Também estará em pauta no dia uma conscientização de se instaurar o Dia Nacional do Fanzine". - Por Gazy Andraus

24 de nov. de 2009

Release As I Lay Dying - Especial Sbcore#4

POR: WILLIAM BUS@
Em meados dos anos 80, a música pesada presenciou uma verdadeira revolução que foi o nascimento do Thrash-metal! Havia uma grande união entre as bandas que surgiram nessa época, grupos como Slayer. Metallica. Meqadeath, Exodus, Kreator. Testament e no cenário cristão, bandas como: Belíever, Tourniauet, Deliverance, The Crucified, e Living_Sacrifíce. Inquestionavelmente foi um momento histórico para a música e depois de 20 anos, vemos um reavivamento daquela energia com uma galera influenciada por toda essa velha escola, bandas como: Killswítch engage, Shadows Fall, Unearth, All That Remains, God Forbid, Trivium, Lamb Of God e o grande nome acima As I Lay Dying Esses grupos fazem parte do que a mídia está chamando de "New Wave Of American Heavy-Metal", bandas que fazem uma mistura de Thrash/Death-metal com influencias de Hard-core, representando o Metal século XXI. Dentro de tudo isso está o As I Lay Dying que é uma das bandas mais respeitadas desse movimento, e das mais faladas do últimos meses, essa matéria visa mostrar a trajetória dessa super banda, e de suas convicções espirituais, que rodeiam as cabeças de muitas pessoas que questionam o fato dessa banda ser cristã!!
2001 foi o ano de início, que começou como um trio, Tim lambesis (vocal), Evan White (guitarra) e Jordam Mancino (bateria) O nome As I Lay Dying que significa algo entre "enquanto eu estou morrendo", "enquanto eu agonizo" que Tim diz vir de uma novela de um escritor chamado William Faulkner, A Pluto Records assinou com o grupo que lançou o seu primeiro álbum "Beneath the Encasing of Ashes", com uma sonoridade bem suja e mais pesada. Para poder fazer a tour desse cd a banda fez várias selecões para os cargos de baixista e guitarra, que ficaram simultaneamente com Noah Chase e Jason Krebs, Em 2002 eles gravaram 5 músicas em um split-cd com uma banda chamada American Tragedy, e conseguiu um forte reconhecimento na cena Metal/Hard-core americana que chegou até os olhos da grande gravadora Metal Blade, que assinou com o grupo em março de 2003. Apenas dois meses depois o segundo álbum de estúdio é lançado, "Frail Words Collapse" que foi o grande 'boom na cena, que trouxe grandes tours com bandas de renome como Hatebreed, In Flames, Soilwork, Shadows Fall, e muitas outras e os seus clipes das musicas "94 Hours" e "Forever" passando no MTV'2 Headsbeager's Ball. Depois desse grande sucesso o AILD já tinha conquistado seu espaço e respeito, e depois de 2 anos de muita correria na estrada, em janeiro de 2005 eles entram em estúdio para gravar seu novo álbum que foi lançado em junho, intitulado de "Shadows Are Security", que é um álbum bem mais evoluído e tecnicamente variado, pois o a troca de 3 novos integrantes deu essa grande diferença, de Clint Morris (baixista e vocal), Phil Sgrosso(guitarra) e Nicolas Hipa (guitarra). As músicas estão bem mais rápidas e pesadas com cadências incríveis, é insano o que o batera Jordam consegue fazer com o pedal duplo, e há também melodias muito boas do baixista Clint, e é lógico que estouraram com os vídeos de "Confined", "Through Strouggle" e "Darkest Nights". As letras de Tim são muito profundas e inteligentes, é algo que vem de dentro do interior, e que tem muita influência de sua convicção cristã, e essa é uma grande pergunta que as pessoas questionam, vamos a alguns relatos do prório Tim:
"Todos nós da banda somos cristãos" (...) "E fácil ver por que as pessoas podem ter uma ideia errada de nós. Os cristãos tem responsabilidade por um número de coisas estúpidas sobre o passado, de 1000 anos ou mais. E às vezes, pessoas usam o cristianismo para favorecer desejos pessoais ou interesses políticos. Nada disso influencia em alguma coisa em nossa fé, o que nós acreditamos é muito afastado do 'mainstream' cristão. Quando estamos em turnê sempre uma banda nos confronta, nós sempre tentamos ajudar eles a compreender que existe todos os tipos de cristãos."
Mas as letras do AILD não se fecham em sermões chatos, mas em letras que falam sobre dificuldades interiores e como superar e entender elas de forma positiva, outro exemplo de Tim:" A frase 'shadows are security' ('seguro nas sombras') vem desta música" (a música é 'control is dead' que tem uma participação marcante de Dan Weyandt, que é vocalista do Zao.) "As sombras são fáceis de se identificar mas elas estão sempre mudando. Como as emoções, elas estão conosco por um minuto e no próximo se vão. Esta canção é sobre superar nosso temporário e falso senso de segurança." E você pode perguntar como a Metal Blade, casa de bandas como Cannibal Corpse e Cradle of Filth, pode ter uma banda cristã em seu cast, Tim diz que a gravadora sabe que eles são cristãos e diz que a música é o foco principal -"A Metal Blade é uma grande fã de nossa música. Do lado profissional, eu acho que a coisa mais importante que uma gravadora pode fazer ê focar na música. Uma gravadora só ultrapassa os limites, quando eles dizem a uma banda o que eles podem ou não dizer".
Em maio de 2006 eles relançam os dois primeiros registros para os novos fãs, intitulado de "A Long March: The First Recordings", e fez grandes turnês, como no Ozzyfest, Warped Tour, Taste of Chãos, e outras. Em novembro de 2006 o baixista Clint Norris sai da banda por prioridade em seu casamento, e a banda faz muitos testes até" achar Josh Gilbert, que junto com o grupo lançou em agosto de 2007 "An Ocean Between Us" que foi produzido pelo grande amigo da banda Adam Duíkiewicz (guitarra do Killswitch Engage). Este álbum consagrou de vez o AILD como uma das maiores bandas do momento!!! Só na primeira semana 39 mil cds foram vendidos! Em entrevista para a Rock Hard Valhalla brasileira, Tim comenta sobre o titulo "An Ocean Between Us" ("Um Oceano Entre Nós")- "Tem relação com a sociedade em si quando ela faz as coisas importantes girarem em torno de dinheiro, sucesso e popularidade. Como cristãos, nós temos outras prioridades e queremos nos diferenciar do resto do mundo. Entretanto, eu não estou querendo dizer que os outros não tenham razão e que nós estamos certos na história. Eu quero colocar em questão os valores que nos foram ensinados e que vivemos as nossas próprias regras." Este cd é fenomenal, tem uma pegada de thrash-metal com umas quebradas fulminantes, além de ser muito técnico e com algumas melodias feitas pelo novo baixista, não deixa a brutalidade de lado como na musica 'Notihng Left". O espaço está acabando, por isso tenho que concluir esse release dessa super banda que é uma referencia obrigatória pra quem curte um Metal com cara nova. Paxxx seja Contigo.

26 de fev. de 2009

Virgin Black_Letter: A Poets Tears Of Porcelain ( Sombre Romantic 2001)

Virgin Black metal gótico com elementos orquestrados e tematica cristã

POR >> Liliam Sbcore Correspondente em São Bernardo do Campo
É com imensa alegria em meu coração que tenho oportunidade de vos apresentar essa banda incrível. Dita por mim e por muitos como uma das melhores bandas góticas, o Virgin Black veio pra conquistar seu lugar e mostrar todo o seu profissionalismo através de suas composições e arranjos que beiram da mais triste e melancólica sonoridade, a vocais mais pesados, confesso que sou suspeita pra falar dessa banda.
A banda é Australiana e foi formada por Rowan London (vocal, piano e teclado), Samantha Escarbe (guitarra). Dino Ciclo (bateria), Craig Edis (guitarra e vocal) e lan Milier (baixo e voca!) com uma sonoridade cativante, que passeia entre o Doom e o Gothic-Metal. O Virgin Black conquista o ouvinte com suas músicas com passagens que remete ao Therion, com orquestrações pomposas. Alguns instrumentos clássicos como violoncelo e vocais em coro sempre com um clima que serve como referência na musicalidade do grupo que uniu algumas características dessas bandas citadas para condensar sua música que além das passagens tranqüilas flerta com peso em alguns momentos, mas o que predomina mesmo não são os andamentos arrastados, tristes e densos, algumas faixas beiram a calmaria total, com vocais sussurrados e melancólicos. Suas músicas no geral são longas e cheias de mudanças como em "The Everlasting", um épico de 17 minutos. A própria banda define sua música assim: "Uma harmonia entre a pureza e a escuridão da humanidade". Em 1995 a banda lança seu primeiro registro a demo auto-intitulado "Virgin Black", que excedeu expectativas, o que era para ser uma promoção local, tornou-se algo grande e fez com que a demo fosse bastante vendida. Após 3 anos sem lançar nada a banda volta com outro EP intitulado "Trance", onde a banda teve uma progressão para o experimental com ângulos clássicos e industriais que se tornou evidentes neste trabalho. Depois de duas demos o primeiro álbum veio em 2001, "Sombre Romantic", um trabalho obscuro e com algumas experimentações, mas sobretudo melancólico que foi muito aceito como álbum de estréia, valendo contato com as gravadoras Massacre Records na Europa e a The End Records nos EUA. Na seqüência veio “Elegant... and dying" (2003) é como o próprio grupo afirma: "Uma jornada elaborada de 75 minutos que poucos irão compreender ou absorver sem um certo tempo e reflexão".Um álbum complexo, com a marca registrada da banda, passagens arrastadas e cadenciadas, momentos melancólicos, melodias delicadas e o insistente clima gótico presente em todo álbum. Após o lançamento de "Elegant... and dying", a banda partiu para uma turnê pelos Estados Unidos, e também participou de um festival na Alemanha, tendo tocado ao lado de bandas de renome como Opetn Paradise Lost e Tiamat.

Em 2007 o grupo lançou o primeiro trabalho de uma trilogia chamada "Réquiem" que terá três álbuns com sonoridades diferentes. O primeiro é o "Réquiem-Mezzo Forte" que traz uma sonoridade diferente de seus trabalhos anteriores. O segundo "Réquiem-Fortíssimo" está previsto para o dia 19 de Fevereiro de 2008. Este promete ser o mais pesado registro da banda que estará focado no Death/Doom, assim como diz Rowan London (vocalista) sobre a música "Silent- "A faixa Silent representa as divergências e ligações entre Fortíssimo e Mezzo-Forte. “Eu estou seguro que pegará de surpresa algumas pessoas”. E por ultimo "Réquiem Pianíssimo" sem data pra sair. É dito pelo pessoal da banda como um álbum de música clássica, com uma orquestra e tudo.

Entre tudo isso há ainda algo muito importante e subjetivo no grupo, que é o fato do Virgin Black ser uma banda Cristã, você pode não aceitar e entender se há como existir um laço entre a cultura gótica e a temática cristã, mas pode ter certeza que elas não se contradizem, pois muitos relatos bíblicos foram feitos a base de melancolia, sofrimento, depressão, pessimismo e de poemas e poesias mórbidas... Que é o caso de Lamentações de Jeremias, Jô, Eclesiastes e outros livros da bíblia... As letras do Virgin Black refletem muito isso. O lado mais reflexivo e expressivo sobre a alma do ser humano, que é vazia e sem sentido quando não reconhece que é dependente de um ser maior, ou seja, ao próprio Deus. Antes de ter um pré-conceito, escute e verifique por si mesmo a originalidade dessa banda que é uma das maiores referências no meio gótico cristão e secular.

A Silent Records lançou o "Elegant...and dying" e o "Réquiem Mezzo-Forte aqui no Brasil, nem preciso dizer que é imperdível, né? "

http://www.virginblack.com/

http://www.silentmusic.com.br/

5 de dez. de 2008

Anberlin com maturidade e humildade de coração

Stephen Christian brinda este final de 2007 com o sorrissão nos lábios, de braços estendidos aos céus e dando graças por mais um ano bem sucedido. Com ótimas críticas construtivas pela mídia especializada, o já não tão recente "Cities_2006's" alcançou bons ganhos positivos da cena cristã e em geral, chegando a The Best Of Christian Disc 2007, sendo chamado até de "o próximo Radiohead", segundo jesusfreak.com. Cabelos lambidos a tampar os olhos, calça preta slick apertaditas e uma jaqueta escura de couro lisa, assim entram o frontman e sua banda no talk show (estilo Jô Soares) mais assistido dos EUA. Explodindo sonoridade através dos seus sintetizadores com a faixa "Godspeed", Anberlin mostra com maturidade e humildade de coração o que já em seus anteriores trampos " Blueprints for the Black Market_2003 e Never Take Friendship Personal_2005's" pode ser dito em amor e vida sem mencionar a pessoa de JCristo. Na verdade, o quinteto da Florida, sempre causou uma interrogativa a seus ouvintes, do tipo; - Anberlin é cristão ou não? RESPOSTA: - Sim, Anberlin é cristão sim! Usamos para melhor entender um exemplo: um homem cristão que tem como profissão Dentista, ele não expressaria declaradamente com palavras a sua crença em Cristo, mas com gestos de amor, servidão e compaixão a seus pacientes, que os fariam pensar que aquele dentista tem algo de diferente comparando a outros de sua profissão. Ou seja, existem bandas cristãs com chamado a levar a mensagem de Boas-Novas através da música, e cristãos numa banda que tem como um intuito uma profissão (U2 e MxPx). Por isso, é importante lembrar o que diz em Romanos capítulo 14: "De sorte que vivamos ou morramos, somos do Senhor". Lógico que nesta única frase não explica tudo o que quero dizer, aconselho que leia então o capítulo inteiro, falou!
Voltando ao release... Cities é o melhor trabalho já realizado pelo Anberlin, o próprio Stephen ver isso. Não que os anteriores sejam ruins, mas é que este tem um toque espiritual. Trilha sonora agradável e diversificada igualando a sons da Alta-Fundação-Rockeana (Interpol, The Smiths, Joy Division, Panic! At the disco, The Fray e The Killers) que nas letras, realmente é o que faz a diferença. Em outras palavras, o som global do Anberlin é maior do que nunca. Faixas como "Symphony of Blasão" e "The Feel Good Dray" fornece dicas de um amadurecimento espiritual. Já em "A Whisper and a Clamor" parece inspiração de um Salmo, e "Fin" oferece um introspectivo e amável comentário sobre o propósito da vida. Alcançando seis minutos e meio de poesia cantada ao violão acústico, sobre a calma voz apaixonada de Christian, atingindo o ponto alto quando todos com instrumentos pontapé, junto com um coral de crianças fazem um final categórico e épico nesta canção. Alem disso, "There Is No Mathematics to Love and Loss" é um relato e poética avaliação sobre relacionamentos. Embora muitas canções são elevadas em adrenalina e se destinam a jogada ruidosas, ainda há um punhado de canções mais lentas e românticas, caracterizando a linha " Eu quero ser o seu último primeiro beijo/ de todos os tempos" tipo em "Inevitable". Este não só é o melhor disco já feito pelo Anberlin, mas o melhor disco do ano!!! O impacto foi tão grande que logo após as gravações de Cities, Stephen deslocou-se á Índia em uma visita a missões com algumas outras bandas e tem planos para em Janeiro visitar Nairobi, Quênia, na África passando duas semanas em um acampamento de pessoas agrícola, ensinando e aprendendo com jovens em escolas rurais. E a intenção é levar mais e mais bandas.
Deus tem abençoado até aqui, mas a misericórdia Dele é tão imensa que favoreceu ainda mais os americanos do Anberlin que servindo um impressionante repertorio aroma-emo lançaram seu mais novo álbum "Lost Songs", o ultimo pela Tooth and Nail Records, pois próximos serão assinados pela nova gravadora da banda, a Universal Republic Records. Uma coletânea de b-sides da banda, incluindo demos, versões acústicas, entre outras. A banda deixou um recado em sua pagina no myspace quando puder de uma olhadela. Mas, também não é só isso; a galera do Anberlin e do Copeland lançou seu primeiro vinil projeto-título "Anchor&braille" que contém apenas duas músicas. Sem contar que Stephen Christian está escrevendo um livro chamado "The Orphaned Anythings" e tem planos para lançá-lo na primavera americana, o 1° cap. Já pode ser lido em inglês. O mais interessante é que o Anberlin foi além de suas expectativas, atingindo aceitação no meio secular. Sua trilha sonora é tão de impacto "Up! Rock" que alcançou a série Naruto em cenas com músicas de fundo. E até aqui no Brasil, vemos bandas fazendo cover do Anberlin, onde em destaque absoluto fica a banda Fresno, que descaradamente toca Paperthin Hymn e Amsterdam. Na net é visível o respeito do público pelo som desta banda. Acho legal isso, pois abre portas ao cenário alternativo cristão e mostrando que podemos fazer a diferença e ao mesmo mostrar nossos talentos em Deus.
Escrito por Roger BeatJesus para O Fanzine Sagrado Brutal Core #4 - jan 2008

19 de nov. de 2008

10 Anos De FACEDOWN RECORDS

Parabéns pra você, nessa data querida..! Oooppss!!! E isso ai galera, Facedown Records fazendo 10 anos de muito som pesado e atitude! Pra quem não sabe, a Facedown é uma das 'vmais importantes gravadoras do meio cristão do mundo! Ela foi formada por Jason Dunn que C.é baterista da lendária banda de Hard-core NY old-school o No Innocent Victim!! O site cristão inglês Indie Vision Music fez uma entrevista imperdível com o formador dessa grande gravadora vejam a seguir os melhores momentos:
IVM- Quando você teve a ideia original para começar a Facedown Records? Pode darmos uma breve história ' -de como ela veio a existir?
Jason Dunn- Quando eu entrei no No Innocent Victim(NlV), eu criei um catálogo de encomendas de correio para a banda, e eu respondia todas as cartas não existia e-mail naquela época) eu pessoalmente colocava esse catálogo nas cartas, então eu decidi colocar outras bandas no catálogo. Bandas que conhecemos em turnés ou bandas que eu gostava, etc...então, na primavera de 1997, Facedown distribuição nasceu. Foi a minha maneira de colaborar com bandas que queria ajudar a promover. O nome Facedown ("Rosto Caído", "Prostrado") veio de uma passagem da bíblia que fala sobre Moisés cair prostrado diante do Senhor. Eu rascunhei isso em um pedaço de papel e pensei em usar um dia para uma banda ou música ou qualquer coisa. Depois de operar como uma distro por algum tempo, pensei em dar uma chance á gravadora. Nós queríamos reunir algumas grandes bandas sem contratos na turné e eu queria apoiar a sua música e mensagem, portanto a Facedown Record's tomou forma no final de 1997 como uma verdadeira gravadora.
'IVM- A Facedown parece ser quase como uma família mais do que uma gravadora, em outras palavras existeuma conexão de trabalho. Que tipo de relacionamento você tem com essas bandas?
Jason- As bandas ficam em nossa casa nas turnês, eles me chamam para aconselhamentos, eles oram comigo, etc...a música e a gravadora nos une, mas todos nós realmente gostamos de trabalhar uns com os outros. Nossas bandas são muito mais que números para nós. Eles são todos indivíduos únicos com seus próprios pontos fortes e necessidades e nós estamos tentando construir a gravadora como uma comunidadet onde cada banda pode beneficiar uns com os outros.
IVM- Como é sua fé na direção das duas gravadoras? Você aprendeu algo que acrescentou na sua fé na direção da Facedown?
Jason- Estando com o NIV e em ambas gravadoras cristãs ou não-crístãs, foi uma granãe'experiêhcia de. aprendizado.(...) eu sempre disse que a melhor forma demostrar a sua fé através do trabalho é como você trata as pessoas e não necessariamente pregando toda hora que você a vê. Eu tento ser uma testemunha na forma de como nós conduzimos o trabalho e o jeito que nós trabalhamos com as pessoas. Como pessoas, vamos todos ficar restritos, mas nós podemos tentar fazer o melhor de nossa capacidade para honrar a Deus em tudo o que fazemos. Eu tenho aprendido muito sobre Deus e minha fé através da gravadora. É quase como um pêndulo que vai e vem sem parar. Às vezes estamos em alta com a gravadora e a vida não poderia ser melríor. Por vezes é muito difícil e não temos certeza se vamos ter pagamento! Eu aprendi a depender de Deus nos bons e nos maus momentos e tentar olhar a cena mais possível. Entrem no site; indievisionmusic.com e confira essa entrevista completa.
(1)-Só pra lembrar que a Facedown tem uma outra parte que é a Stryke First records, quedáuma_-í''•oportunidade para as bandas mais novas'se destacarem, e foi daí que saiu grande parte das bandas da própria Facedown.
Pode crer que lO anos é só o começo do que Deus tem preparado pra essa importante gravadora, ela é responsável por grandes nomes do hard-core e punk cristão como: Seventh Star, Hanover Saints, One 21, Point Of Recognition, Comeback Kid, Figure Four, XDiscipteX A.D., Overcome, Bloodlined Calligraphy, Bloody Sunday, The Deal, Alove For Ene mies, Flee The Seen, XDeathstarX, Inked Blood, Sleeping Giant, XLooking ForwardX e também bandas de metal-core e Death metal como: Sinai Beach, A Plea For A Purging, Indwelling, Symphony In Peril, Impending Doom e um moooooooonte de outras... Uuufffaaaa... com certeza você conhece alguma dessas bandas... o zine Sagrado Brutal Core aplaude, agradece e caminha no mesmo passo para honrar a missão que Deus nos deu de fazer a diferença e preservar os valores positivos diante da globalização do "confusionismo" da humanidade.
Vamos em frente, pois a cada dia, menos um dia e a missão não pode parar!!!
Por: Bus@ -^'~ -^'X. ^ :*x*xt> v http://www.facedownrecords.com/
- Matéria publicada em Sbcore#4 - jan 2008 - por: Bus@nello

- MORTE, METAMORFOSE, VIDA... - Casulo Missões Urbanas

O coletivo casulo é um ministério de missões urbanas daqui de Patos De Minas-MG. Somos um grupo voltado ao alcance de pessoas que vivenciam culturas peculiares, maneiras especificas de enxergar a vida, que vivem a margem dos padrões culturais estabelecidos pela sociedade. Nosso principal alvo é a juventude urbana que não se encaixa nos moldes da cultura dominante, mas também estamos abertos a todas as idades, níveis sociais e culturais.Vários movimentos de libertação têm surgido nas ultimas décadas, movimento Hippie, movimento Punk, movimento hip-hop, movimento Gay, liberação sexual, que são alguns desses gritos por mudanças e respostas. E no meio dessa sociedade injusta, o que resta é a descrença, a falta de esperança, no sistema e nas instituições gerando o individualismo como forma de sobrevivência. A nossa missão é dizer a esse mundo, que já ouviu falar de Jesus, que Ele está acima e é muito mais que os religiosos, bem ou mal, conseguiram mostrar. É preciso mostrar que Cristo é a possibilidade, o exemplo e a consumação do perdão, da justiça e da verdadeira paz e amor que a humanidade sempre procura. O nome casulo expressa em sua essência, lugar de transformação, mutação, perder pra ganhar, morrer para viver. E de modo semelhante foi Cristo aqui na terra, ele não só reviveu como também se transformou. Foi por meio da cruz que ele pode ressurgir com uma nova vida. O exemplo deixado a Ele a ser seguido não está em uma religião, conceitos, doutrinas humanas, e sim na vida que recebemos Dele, a única apta pra mudar o que é imutável em nós, meros mortais. Em meio a todo esse caos que nos cerca, onde a maioria tem em comum a negação da sociedade, principalmente do sistema capitalista, e que pra muitos deles, o cristianismo, também faz parte deste sistema de injustiças, assim muitos chegam a pensar que Deus é injusto, passivo ou ausente. O nosso desafio é destruir esse engano e mostrar que Deus é contra todo o caos, corrupção, injustiça, opressão, discriminação, miséria... Buscamos sem fronteiras semear os princípios do reino. Em nossos eventos fazemos questão de bandas seculares tocarem juntas com bandas cristãs, por que sejamos diferença e significância para eles, principalmente em tempos que vivemos e vemos um falso evangelho que associa Deus que é amor, a tirania e a dogmas estabelecidos pelos sistemas dominantes e infelizmente isso tem chegado dentro das congregações cristãs. Aqui nas reuniões (Casulo) temos fluxos de pessoas diversas e não temos a pretensão de focalizarmos só no underground e sim a todos. Nos reunimos 3 vezes por semana e temos feito um trabalho muito legal com idosos, aqui cada um tem uma função, eu juntamente com o restante da liderança, dividimos funções, trabalhos com idosos, eventos, evangelismo, etc... Estamos realizando todo mês shows, apresentações com bandas da cidade e região também. Temos o apoio especial do Ministério Caverna De Adulão-BH que é a nossa cooperadora a 3 anos, estamos sempre nos encontrando, juntamente com o Pr.Geraldo, que é um dos pastores da Caverna e o Fábio (que agora dorme no senhor) sempre estão conosco, fora o restante dos irmãos que lá congregam e que é nossa segunda família... Nele que é Suficiente!!! Carta escrita por Heber (banda Fôlego -HC) = Contatos: Rua Cloves S. Filho, 275. JD.Céu Azul Patos De Minas/Minas Gerais Cep:38700-000 http://www.casulomissoes.blogspot.com/ Texto extraído do Fanzine Sagrado Brutal core#4 - pag.2 Reportagem: Lílian Sbcore

8 de nov. de 2008

veja umas das paginas do Sbcore#4

Você conhece ou já ouviu falar do Fanzine Sagrado Brutal core???
E sabia que essa revista alternativa feita a base de colagem é do segmento cristão..?!
Pois é, esse trampo é realizado a 2 anos e conta com 4 edições lançadas. Bandas da cena underground gringa e brazucas (special #3) dão as caras nas paginas do sbcore que tem uma puxada fortissíma pelo rock+metal+punk+extremo+post+hardcore, sempre mostrando o testemunho de vida do integrantes das bandas com muita cultura, informação e reflexão bìblica em contexto atual.
Eu particularmente gosto tanto, mais tanto da revista, que faço parte das publicações desde do número um de lançamento.
Caso tenha se indentificado com o nosso trampo e queira participar do coletivo Sbcore Zine, entre em contato.
Ou, se ainda não leu nenhum dos artefatos lançados, tenho o maior prazer de envia-lo pelo correio, amém! E aceito troca de fanzines de qualquer especie de assunto.
FaLe ConOsCo :
cronicas34@hotmail.com ( Roger BeatJesus ) : AcEsSe >